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1 de fevereiro de 2015

Zazen – 01/02/2015


Imagem: Monge Daitetsu


[...] A vida não é vir, não é ir, nem presente, nem “vindo-a-ser”. No entanto, a vida é a manifestação da atividade total da existência, a morte é a manifestação da atividade total da existência. Saiba que dentre as infinitas coisas existentes em nós mesmos, há a vida e morte. Pensem calmamente: essa vida atual e a miríade de coisas estão juntas ou não? Não existe nada em absoluto, nem mesmo um único tempo ou um único fenômeno, que não seja um com a vida. Seja mesmo uma única coisa, uma única mente, nada está separado da vida.

A vida é como o andar de barco: apesar de no barco nós manejarmos a vela, o leme e o mastro, é o barco que nos carrega, e nós não somos nada sem o barco. Andando no barco, nós fazemos com que o barco seja um barco. Nós devemos meditar sobre esse ponto preciso. [...]


A Atividade Total da Existência
Mestre Dogen Zenji

Fonte: http://www.daissen.org.br/hp/index.php?id=0&s=textos&txt_id=112

26 de outubro de 2014

Zazen - 26/10/2014

Imagem: Monge Daitetsu

Todos os pensamentos egocentrados limitam a vastidão da mente. Quando não alimentamos pensamentos; nenhum de conquista, nem pensamentos egocentrados, somos verdadeiros principiantes e podemos então aprender alguma coisa de fato. A mente do principiante é mente de compaixão. Quando nossa mente é compassiva, torna-se ilimitada. O mestre Dogen, fundador da nossa escola, sempre enfatizou a importância de preservar nossa mente original ilimitada. Com ela somos verdadeiros conosco, estamos em comunhão com todos os seres e podemos, de fato, praticar.


Texto de Shunryu Suzuki Roshi